domingo, 11 de dezembro de 2011

Mais um Sábado Fantástico desta vez com Inácio Pignatelli



Desta vez, a Biblioteca de Valongo presenteou-nos com a presença do Escritor Inácio Pignatelli que nos contou dois fantásticos contos do livro "O pastor de nuvens", e o "O fotógrafo do passarinho".

 Antes de nos contar as histórias, mostrou-nos como  gosta de crianças dizendo a frase do poeta Fernando Pessoa "O melhor do mundo são as crianças." 

 No final das histórias estive a conversar um bocadinho com o escritor que me contou que tem dois filhos e uma neta chamada Lara a quem um dia ofereceu um mealheiro. E, quando lhe davam alguma moeda, para pôr no mealheiro, a Lara não a queria pôr lá dentro porque julgava que desapareceria.  
 Também fiquei a saber que contava todos os dias a história do Gato das Botas ao seu filho. Por vezes contava-a mal e o filho obrigava-o a voltar atrás. 


 Gostei muito de conversar com ele.
 Esta visita foi fantástica. Agora; querem ir à biblioteca?

   O meu irmão, Diogo, ao ver o livro diz logo que foi o Inácio Pignatelli e que mora na biblioteca.
     
 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Seria tão bom se no coração dos Homens fosse verdadeiramente Natal!

É Natal é Natal
Jesus nasceu
No mundo inteiro
Tudo renasceu

No inverno 
 Festejamos o Natal
Junto à lareira quentinhos
Comemos batatas com bacalhau

Com a família 
Todos querem estar 
Para o nascimento de Jesus 
Poderem festejar



                              
    Um pensamento e um poema meu.                                  
                                                                               
                                                          

                                                

sábado, 3 de dezembro de 2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

sábado, 12 de novembro de 2011

Obrigado queridos pais

Um livro que o meu pai leu quando tinha a minha idade e passou para mim

Este livro já foi do meu pai e agora estou eu a lê-lo.  
O livro fala de quatro irmãos que eram filhos de um coronel que estava ao serviço do rei Carlos I de Inglaterra.
Quando o coronel e a sua esposa faleceram os quatro filhos, Eduardo, Alfredo, Alice e Edite, ficaram ao cuidado de um guarda florestal chamado Jacob Armitage.
A partir daqui eles vivem uma grande aventura.











Estou a gostar mesmo muito de o ler.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

sábado, 29 de outubro de 2011

Os sapos






Era uma vez quatro sapinhos que viviam num poço.
Uma sapinha queria conhecer o mundo, mas os outros sapos não concordavam e diziam-lhe par não ir porque o mundo lá fora era perigoso.
Um dia chegou uma sapinha ao poço, vinda do mar, e disse-lhes que o mar era imenso; eles não se acreditaram, porém a sapinha que queria conhecer o mundo decidiu ir com ela.
Quando viu o mar a sapinha ficou encantada, quando regressou ao poço disse aos outros sapos que afinal o mar era  grande, maior que o poço, eles acreditaram-se e também quiseram ir.  




Esta história foi contada por uns missionários na catequese. Eu gostei muito de a ouvir e decidi escrevê -la.  

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Sábados Fantásticos - Biblioteca de Valongo













  No sábado, dia 15 de outubro, participei  num "Sábado fantástico" na Biblioteca de Valongo. Fui com os meus pais e o meu irmão ouvir uma história, contada e interpretada pela formadora Mariana, da "Companhia Instável", e interpretada pela Joana.
A história chamava-se "Quando a Mãe Grita".
Nesta história todos os ouvintes foram convidados a participar. Todos nós fizemos atividades: jogos, ginástica... imaginem só, quando a mãe gritou o pinguim desmanchou-se todo: o bico foi parar ao cimo de uma montanha, as asas à selva... os pinguins éramos nós, as crianças.

Foi um dia muito divertido. Um fantástico sábado e uma fantástica Companhia Instável.
   

sábado, 15 de outubro de 2011

A antiguidade que será sempre moderna

Numa tarde de domingo lá estava eu, os meus pais e o meu irmão numa daquelas aventuras históricas; desta vez em Conimbriga.
Esta era uma antiga cidade romana.Gostei muito de lá ir e aconselho todas as pessoas a visitá-la.


video




















Coimbra já teve o nome de Colimbria e de Conimbriga.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pancrácia

Era uma vez uma dama, que tinha uma criada meia-zaranza e papa-moscas que não sabia fazer nada de jeito. Essa criada chamava-se Pancrácia.
Mas uma altura, a dama teve que se ausentar de casa por alguns dias e disse à criada:
- Enquanto eu estiver fora, cuida bem de tudo o que tenho. A tudo que te pedirem diz sempre "Não!" Está bem?
A criada respondeu:
- Não.
A dama ficou descansada por saber que o recado estava seguro.
Um dia chegou um mendigo a casa, bateu à porta e pediu uma sopinha quentinha à Pancrácia. A criada disse:
- Não.
O mendigo:
- Pode dar-me uma esmolinha?
- Não.- respondeu a criada.
O mendigo, que afinal estava disfarçado de mendigo, percebeu que aquele "não" era de encomenda resolveu virar as perguntas do avesso pediu à Pancrácia:
- Não se importa que eu entre em casa?
E a Pancrácia disse:
- Não.
Aproveitando-se, o falso mendigo entrou de imediato em casa, e perguntou:
- Não se importa que eu leve umas lembranças desta visita?
E a Pancrácia disse:
- Não.
Então, o falso mendigo, com a ajuda da criada, foi embora com tudo o que havia em casa.
Passados alguns dias, a dama chegou a casa e, ao ver que fora tudo roubado, perguntou à Pancrácia:
- Não se importou que me levassem tudo cá de casa?
 A Pancrácia, muito bem ensinada, de imediato respondeu:
- Não!                    

                                                 Uma história de António Torrado contada por mim.


Zaranza - pessoa atabalhoada; irrefletida; doidivanas.

domingo, 2 de outubro de 2011

Um livro fascinante

    Desta vez,  os cinco amigos: Teresa, Luísa, Pedro, João e Chico e os cães Caracol e Faial estiveram numa aventura pelos  monumentos  de Lisboa. Encontraram um tesouro perdido há mais de duzentos anos, que se encontrava no Aqueduto das Águas Livres em Lisboa. 
Não vos conto mais nada para não perderem o interesse. 
 


          

sábado, 24 de setembro de 2011

O guarda-redes medroso

"Era um guarda-redes muito medroso. Quanto mais medo tinha, à frente da baliza, mais bolas deixava entrar.
- Este guarda-redes não presta para nada. É um frangueiro e a baliza, que ele devia guardar, uma capoeira
- disse o treinador. - Não  o quero na equipa, nem para suplente do suplente do suplente. Fora com ele.
E o guarda-redes medroso foi despedido. Que havia ele de fazer? Como já estava habituado a guardar, embora mal, foi para guarda-portão ou porteiro de um grande banco.
Podia ser pior, sei lá: guarda-loiça, guarda-vestidos, guarda-vento ...
Mas não teve êxito, no novo emprego. Ganhou tanto medo que o banco, um dia, pudesse ser assaltado e ele responsabilizado por não ter feito frente aos assaltantes, que passava o tempo a tremer.
- Está com febre ou está com medo? - Perguntou-lhe o diretor do banco. - Em qualquer dos casos, a sua fraca presença à porta não dá segurança aos depositantes. Vá para casa.
E o guarda-portão, que tinha sido guarda-redes, foi despedido. Que havia ele de fazer? Como já estava habituado a guardar, embora mal, foi para guarda-freio, que é o nome que dão aos condutores dos carros-       -elétricos. Podia ser pior, sei lá: guarda-comidas, guarda-jóias, guarda-chuva, ...
Mas foi um fiasco. Tinha tanto medo que o carro-elétrico, nas curvas, derrapasse e descarrilasse, que nunca conseguia sair do mesmo sítio. Os passageiros protestavam, os outros carros-elétricos, que vinham atrás, tilintavam e todo o trânsito interrompido, empanturrado de automóveis e de autocarros, apitava, buzinava, trombeteava, num desespero.
- Saia do seu lugar, sua azémola, que é para não dizer cavalgadura - berrou-lhe aos ouvidos um polícia, tomando conta da ocorrência e dos freios do carro-elétrico. - Saia e nunca mais volte a pôr os pés num transporte público. Só não lhe digo ponha-se na rua, porque você não devia ter saído de casa.
E o guarda-freio, que tinha sido guarda-portão e guarda-redes, foi despedido. Que havia ele de fazer? Como já estava habituado a guardar, com os resultados que se sabe, foi para guarda florestal. Podia ser pior, sei lá: guarda-roupa, guarda-sol, guarda-lamas...
A princípio, todo aquele isolamento,no meio da floresta, o aterrorizava. Qualquer bicada de pica-pau num tronco, qualquer esvoaçar de melro, ao cimo das árvores,e o guarda florestal ficava com os cabelo tão em pé que até o boné lhe subia uns centímetros acima da testa. Sem exagero.
Um dia, sabe-se lá porquê, desencadeou-se um fogo na floresta que o guarda florestal guardava. Quando o sentiu e quando o viu crescer em labaredas altas, o guarda florestal apanhou tal susto que desatou a correr, a correr, a correr que só parou de encontro ao muro do fundo do quartel dos bombeiros, porque já não havia mais chão para correr.
- Fogo! Fogo! - tentava ele gritar, sem fôlego.     
Os bombeiros acudiram e o fogo foi apagado a tempo.
- Se o guarda florestal não tivesse vindo avisar com urgência, se ele não tivesse sido tão rápido, se não fosse a sua energia e o seu destemor, tinha acontecido uma grande desgraça - comentou o chefe dos bombeiros.
Elogiado, homenageado, condecorado, o guarda florestal sentia-se outro. Nunca mais teve medo de andar, sozinho, na floresta. Ele tinha sido um valente guarda florestal, toda a gente o dizia e ele próprio também achava.
Tanto assim que está a pensar mudar de profissão. Hesita. Ser guarda-noturno tenta-o. Ou guarda-costas. Ou guarda republicano. Até talvez, um dia, experimente, de novo, o lugar de guarda-redes. Já nada lhe mete medo."
  
                                                               Esta história foi escrita por António Torrado.

Quando a minha mãe nos contou esta história, a mim e ao meu irmão, demos tantas gargalhadas que eu decidi transcrevê-la para aqui para se divertirem um pouco também.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Uma livraria ou um palácio?





















Hoje fui visitar a livraria Lello no Porto.
Mais parecia um Palácio. Eu gostaria de lhe chamar o Palácio da leitura.
     Que acham?
     Quando lá entrei parecia que estava dentro de uma história. Nessa história todas as pessoas gostavam de ler.


     






Uma aventura no bosque


  Este foi o primeiro livro que requisitei com o meu, próprio, cartão de biblioteca. Os livros anteriores foram requisitados com o cartão da minha mãe.
  Já estou quase acabar de o ler e estou a gostar.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Férias em Grande

   As minhas férias foram mesmo em grande! 
   No dia 24 de Julho os meus pais foram levar-me à colónia de férias. A minha monitora de dia chamava-se Sandra e a de noite chamava-se Margarete; fiz muitos amigos, muita piscina e praia. Participei em jogos, fiz uma caminhada até o farol. Aprendi a fazer biscoitos e era eu que tinha de fazer a minha cama.                                      
                   




   No último dia fizemos uma festa onde eu representei o nadador-salvador Cláudio.      

                             Passei dez  dias óptimos em Quiaios!     

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Um novo livro


Uma Aventura no Verão
  
   
    Desta vez estou a ler um livro escrito por Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. 
    A colecção chama-se Uma Aventura;  e o título do livro é: Uma Aventura noVerão. Este livro foi oferecido pelos meus pais. Porém, já fui ver à biblioteca de Valongo e tinha lá a colecção inteira.
    Os próximos livros da colecção vou requisitar  na biblioteca.

    Eu adoro ler!        

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Uma Aventura no Passado


 As minhas férias começaram em grande; fui com a minha família a Mangualde visitar ruínas romanas à Citânia da Raposeira. Ninguém sabia onde era mas acabamos por descobrir.

  Aquilo era de imaginar até me imaginei a escavar e a descobrir artefactos. 
As férias não foram só isso; também fomos a Monsanto.
   Mas que caminhada demos para chegar lá acima ao castelo! Pelo caminho passamos por uma gruta mas não conseguimos entrar porque estava repleta de mosquitos. Quando chegamos ao castelo reparamos numa vista espectacular.




















 Esta aventura foi esplêndida!